sábado, 30 de janeiro de 2016

O Universo dos Patos-Carl Barks

 
Algumas pinturas feitas nos anos 70 por Carl Barks. Apesar de ser personagens cartoons da Disney, as pinturas são tão bonitas, que ao "caçar" as imagens na internet, tive dificuldade em escolher para postar no blog. Algumas até, curiosamente, apresentam um nu artístico, mas sem ter ligação com os famosos patos. 














sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Madagascar 3: Os Procurados (2012)


Título Original: Madagascar 3: Europe's Most Wanted

Gênero: Animação, aventura e comédia

Roteiro: Eric Darnell e Noah Baumbach

Direção: Eric Darnell, Tom McGrath e Conrad Vernon

Sinopse: "Alex (Ben Stiller), Marty (Chris Rock), Gloria (Jada Pinkett Smith) e Melman (David Schwimmer) estão decididos a voltar para o Zoológico do Central Park, em Nova York. Ao deixarem a África, os animais são descobertos pela obstinada agente de controle de animais Francesa, Capitã Chantel DuBois (Frances McDormand), que está entusiasmada pela ideia de caçar seu primeiro leão. O grupo encontra o esconderijo ideal em um circo itinerante, onde bolam um plano para erguer o circo, descobrir alguns novos talentos e voltar pra Nova York a salvos." 



A DreamWorks Animation quando apresentou Madagascar, lodo de cara, ficou claro que se tratava de uma animação-comédia, como tantas outras do estilo. A sátira sobre o comportamento mais humano que selvagem dos animais, conseguiu agradar o público e fazer sucesso. Logo, como de costume, veio Madagascar: Fuga da África, com uma história mais trabalhada, onde o leão Alex tem oportunidade de conhecer sua família e entender seu passado, assim como  Marty, Melman e Glória se deparam com outros de sua própria espécie. Resolveram dar um final a saga em Madagascar 3: Os Procurados.

Embora seja uma continuação que teve aprovação de muitos, tanto infanto-juvenil como adulto, infelizmente ainda é possível encontrar algumas falhas: não aparece Alex tendo nenhum contato com seus pais, é como se nunca os tivesse encontrado. Também não deixa claro como eles conseguem fugir (de uma maneira convincente) da África e parar na Europa, parece ter acontecido tudo por “mágica”. Por outro lado,  temos dessa vez um enredo cheio de efeitos coloridos dando estilo, além de fugas com uma ação exagerada, que diante do contexto cômico é relevável. Muita dessas cenas se apresenta o humor, com boas contribuições do rei Julian, que encontra um amor, mostrado no trailer. Mas duas cenas merecem destaque: a apresentação do circo cheio de cores e a da vilã cantando Edith Piaf - Non, Je Ne Regrette Rien. E dessa vez, é a única continuação onde aparece The End, junto com o hit onde uni ''Afro Circo'' e ''Eu me Remexo Muito-I Like to Move It''. Convenhamos, se explorassem além da conta iria acabar ficando saturado. Assim como os anteriores, este último consegue cumprir também com o papel: divertir o público de idades diferentes e passar uma mensagem positiva, introduzindo algo a mais para não cair na mesmice. A dublagem da Glória continua com Heloísa Périssé  e Marcos Frota empresta sua voz ao Estéfano, que faz parte do circo em que os protagonistas tentam reerguer.

Avaliação:
Péssimo
Ruim
Regular
Bom
Ótimo

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Charles Schulz-Peanuts (Snoopy e Charlie Brown)


Charles Monroe Schulz nasceu na cidade americana de Minneapolis, estado de Minnesota, e cresceu em Saint Paul. Criador da tirinha Peanuts, que tem como personagens Charlie Brown, seu beagle Snoopy e seus amigos. Depois da morte de sua mãe em fevereiro de 1943, foi convocado pelo exército, participando da Segunda Guerra Mundial, mandado em 18 de fevereiro de 1945 para lutar na França. Participou da libertação do campo de concentração de Dachau. Seu primeiro trabalho profissional como quadrinista foi com Li'l Folks, publicado pelo "St. Paul Pioneer Press", de 1947 a 1950. "Peanuts" se tornou a tira de jornal mais conhecida de todo o mundo.

Nela, nenhuma personagem adulta aparece, mas a profundidade filosófica de suas crianças, da maneira leve contada por Schulz, caiu rapidamente no gosto do público. Tinha fundo autobiográfico, sendo baseada no próprio Schulz, em sua família e amigos. Foi também fonte de inspiração para incontáveis quadrinista, podendo-se citar o argentino Quino e sua "Mafalda", Bill Watterson com "Calvin" e, é claro, Mauricio de Sousa, com "A Turma da Mônica". Schultz desenhou "Peanuts" por aproximadamente 50 anos ininterruptamente, até 1999, com sua aposentadoria, um ano antes de sua morte. Por decisão de Schulz e sua família, as histórias de Snoopy não seriam mais produzidas por outro artista a partir de então. Apesar disso, adaptações de tiras antigas para a TV, republicações das histórias, e os infinitos produtos inspirados nas personagens de Schulz até hoje continuam famosos mundo afora. Morreu no ano 2000.

Fonte: Legião dos heróis: As 25 Maiores Lendas das Histórias em Quadrinhos

Personagens Principais e Secundários











domingo, 3 de janeiro de 2016

O Escorpião de Jade (2001)


Título Original: The Curse of the Jade Scorpion
 
Gênero: Comédia, Crime, Mistério
 
Roteiro: Woody Allen
 
Direção: Woody Allen
 
Sinopse: "Numa festa de aniversário, CW Briggs  e Betty Fitzgerald são convocados a subir ao palco onde são hipnotizados pelo mágico Voltan. Sob efeito da hipnose, ao ouvir palavras de ordens como 'Madagascar' e 'Constantinopla', a dupla abandona o que estiver fazendo e comete roubos de joias arquitetados pelo mágico." 
  
Trailer 


 O Curioso é que o próprio Woody Allen considera esse filme como um de seus piores trabalhos. Isso porque ele não estava se sentindo bem para atuar, mas teve que fazer por não achar outro ator. Quanto a atuação, é possível perceber que, mesmo seu personagem, CW Briggs, sendo um investigador cheio de si, pelo menos Woody abandona um pouco aquele famoso comportamento neurótico e aparenta tranquilidade em algumas cenas. Quanto a ser "um dos seus piores trabalhos", eu discordo.

A história se passa nos anos 40, e pode parecer uma ideia até boba, mas tem um desenvolvimento divertido. Toda a aparente segurança do protagonista vai abaixo quando está diante de Betty Fitzgerald (Helen Hunt), que se mostra uma mulher de personalidade forte e sempre pronta em diminuir o egocentrismo de CW. A partir da "guerra" desses dois é que encontramos também os diálogos mais engraçados, mas não apenas neles. Também vale ressaltar as cenas do investigador ao encontrar a sexy Laura (Charlize Theron), onde geralmente, nada sai como esperado. Dessa vez, Allen escreveu e dirigiu um roteiro que se distancia mais dos problemas complexos e dá uma chance para o humor simples, que abrange um público maior, e ainda assim é bem superior aos títulos de comédia besteirol que tem aos montes no cinema.

Avaliação: 
Péssimo
Ruim
Regular
Bom
Ótimo