sábado, 8 de agosto de 2015

Cada um na Sua Casa (2015)



Título Original: Home

Gênero:  Animação, Aventura e Comédia.

Diretor: Tim Jonhson

Roteiro: Tom J. Astle, Matt Ember e Adam Rex (livro)

Sinopse: ''Quando a Terra é invadida pelos confiantes Boov - uma raça alienígena em busca de um novo lar - todos os humanos são prontamente deslocados, enquanto os Boov se ocupam de organizar o planeta. Porém uma esperta garota chamada Tip (Rihanna) consegue evitar ser capturada e acidentalmente transforma-se em cúmplice de um Boov exilado chamado Oh (Jim Parsons)."




Quando assisti o trailer, não me empolgou muito. Mas como a DreamWorks já me deu boas surpresas em Como Treinar Seu Dragão e Os Croods, resolvi arriscar...e não me arrependi! Aqui o enredo segue com características diferentes dos outros desenhos animados do estúdio, onde geralmente trazem um humor que apenas adultos entendem, estilo Formiguinha Z (que Tim Johnson também dirige), Quadrilogia Shrek e Monstros vs Aliens, ou até cenas parodiando filmes famosos. De um tempo pra cá, nota-se que a DW se rendeu ao público infantil, e ainda assim, conseguem passar mensagens importantes para os pequenos e entreter os mais grandes.

É o caso de Cada Um na Sua Casa. Que possui traços típicos de seus longas animados mais famosos, parecendo que os atores se transformaram em cartoons: Steve Martin é a voz original do egocêntrico e medroso capitão Smek (lembra bastante o Rei Julian de Madagascar), Jim Parsons empresta sua voz para o solitário Oh, um Boov que não consegue fazer amigos em seu planeta e tudo complica quando chega na terra. Sua personalidade lembra seu personagem na série Big Bang-A Teoria. Já a cantora Rihanna faz a voz original de Tip, uma garotinha igualmente solitária.

Daí imaginamos uma conexão fácil entre o ET e a menina, mas não é tão simples como aparenta. O enredo não parece facilitar a amizade que o telespectador já prevê, e quando você menos espera, vai tudo acontecendo naturalmente, no seu devido tempo. A comédia é bastante explorada de um jeito mais ingênuo, e tudo é mostrado rápido demais. Entretanto, o decorrer reserva surpresas agradáveis até chegar ao inesperado final. É um desenho animado que apesar de ser infantil demais, consegue passar humanidade de uma maneira simples.

Avaliação:
Péssimo
Ruim
Regular
Bom
Ótimo