domingo, 30 de março de 2014

Frank Cho



 "Frank Cho (Duk Hyun Cho) é um autor norte-americano de Banda Desenhada (História em Quadrinhos no Brasil). Cho é o criador, escritor e ilustrador de Liberty Meadows, publicado pela Image Comics. É notoriamente conhecido por suas ilustrações de mulheres sensuais e voluptuosas em poses sugestivas, especialmente as garotas da selva Shanna, The She-Devil e Jungle Girl3 . Por essas ilustrações, Cho chegou a ser suspenso da rede social Facebook.

Enquanto era estudante na Faculdade de Enfermagem da Universidade de Maryland, escreveu Universidade - Os Anos Loucos (publicado em Portugal, pela Vitamina BD). University foi publicado originalmente em The Diamondback, o jornal de estudantes da universidade. Na Marvel Comics, desenhou Homem-Aranha #5 e 6 do selo Marvel Knights. Em Fevereiro de 2005, foi lançada a mini-série Shanna the She-Devil, uma recriação da personagem coadjuvante de Ka-Zar. Em Maio de 2010, o jornal O Globo passou a publicar tiras de Liberty Meadows. Frank vive atualmente em Columbia, Maryland." [wikipédia]




                                        

    

                     
 









 


Veja Também: Toca do Calango - As Mulheres de Frank Cho

quarta-feira, 19 de março de 2014

Seabra por Seabra-Trajetória contada pelo próprio desenhista:



“Eram meados da década de 60 e meu irmão mais velho apareceu com um exemplar do nº 1 do Almanaque do Tio Patinhas. Foi meu primeiro contato com as histórias em quadrinhos. Mas Disney não era minha praia. Logo em seguida me caíram às mãos exemplares de O fantasma, da Rio Gráfica Editora. O Zorro e Sangrento Rock, da Ebal. O primeiro tinha uns desenhos duros e chatos, mas que atraíam à primeira vista (eram HQs feitas especialmente para comic book, produzidos pela Dell Comics); o segundo trazia tiras diárias remontadas, desenhadas por John Flanders, e o terceiro o traço genial de Joe Kubert. Fui Fisgado!

Comecei meus rabiscos. Em 69 mudo com a família, de Araraquara para São Paulo. Coleciono Capitão Z, Super X, Homem-Aranha e Demolidor, da Ebal. Em 1972 compro meu primeiro e único livro de anatomia: Desenho e Anatomia, de Victor Perard e Neal Adams – o famoso e reverberante desenhista do Batman nos anos 70 – são meus únicos professores. Copio até o osso (literalmente).





 Em 1974, Franco de Rosa e eu desenhamos às duras penas uns dois meses de tiras diárias (não sabíamos que material usar e tampouco como proceder) para o jornal Notícias Populares. Depois de publicar em vários jornais, começo a trabalhar para várias editoras de quadrinhos – quase todas de São Paulo e algumas de outros estados. Ilustro vários livros didáticos; faço quadrinhos e ilustrações para publicidade; participo de várias exposições e congressos, aqui e no exterior.
 

Em 1983, casado, volto para Araraquara.
 





 Continuo trabalhando para o mercado paulista (e outros) até que, em 1989, começo a trabalhar para uma agência de quadrinhos belga: a Commu. Em 1995, passo a editar uma página semanal sobre quadrinhos para um jornal local, o ‘Folha da Cidade’. Dois anos mais tarde, colaborei com charges para o jornal ‘O Carro’. Viro cartunista e sigo fazendo charges para três jornais locais. Em 1996, fui eleito pela AQC – Associação dos Quadrinhistas e Caricaturistas como melhor desenhista de quadrinhos nacionais do ano.”

Fonte: Curso Prático de Desenho n°:25

Editora: Escala




terça-feira, 18 de março de 2014

Kafka de Crumb



O Termo “Kafkiano” geralmente é ligado a noções de terror e angústia. Para entende melhor essa ligação, Robert Crumb empresta seu estilo de desenhos para ilustrar, junto com os textos de David Mairowitz, toda a vida do escritor em Kafka de Crumb. É relatado sobre as lendas que o rodeavam, como o Golem (um tipo de Frankenstein judeu) até as histórias anti-semitas, citando uma das mais famosas: O Assassinato Ritual, descrevendo que os judeus utilizavam sangue cristão para fazer o Matzo (pão sem fermento), aumentando assim o ódio à religião naquela época. Mas, como não poderia deixar de ser, um dos pontos fortes é o medo que Kafka alimentava perante o pai, Herman Kafka, um homem que definia o próprio filho como um imprestável.





 Esse pavor e ódio, viraria mais tarde uma auto-depreciação, usado em muitos de seus contos: A Metamorfose, Um Artista da Fome, O Veredicto, etc. Assim como criticava o poder supremo (aonde também vem acompanhado da figura paterna) demonstrado em:

O Processo: Josef K. é julgado e condenado por um crime que o mesmo desconhece;

A Colônia Penal: Em uma ilha colonial, um visitante vem analisar uma máquina usada para torturar e matar pessoas;

O Castelo: K. é chamado para uma aldeia pelo poderoso e nunca visto, conde Wes West. O agrimensor tenta de várias maneiras chegar ao misterioso castelo, mas é impedido pela hierarquia rígida;

Entre muitas curiosidades mostradas, descobrimos que Kafka tinha falta de autoconfiança física, certo repúdio ao sexo, vendo como “uma doença dos instintos...” e, mesmo sendo neto de um açougueiro, se tornou vegetariano. Segundo ele, o ato de comer carne o fazia sentir-se “um ser repugnante e estranho.” O livro também apresenta seus amores mal resolvidos e faz toda uma “viagem” no interior de Kafka, nos fazendo compreender, pelo menos um pouco, a complexidade do autor e de suas obras.

domingo, 9 de março de 2014

A Arte Fantasia de Boris Vallejo e Julie Bell

"Boris Vallejo (Lima, 8 de janeiro de 1941) é um pintor do Peru, realizador de um grande volume de trabalhos desde então para o campo da fantasia e ficção científica. Frequentou a Escola Nacional de Belas Artes do Peru antes de imigrar para os Estados Unidos, já no ano de 1964. Boris utilizou como modelo em muitos de seus trabalhos a própria mulher (Doris Vallejo) e depois casou-se com a americana Julie Bell, que é ex-fisiculturista, modelo e também pintora. Atualmente trabalham em conjunto produzindo ilustrações e são convidados para vários encontros de ilustradores ao redor do país." [Wikipédia]















Julie Bell:

 "Julie Bell (Beaumont, Texas, 1958) é uma pintora e ex-fisiculturista norte-americana. Ex-fisiculturista, Julie foi modelo para as pinturas de seu marido, Boris Vallejo. A artista pintou as capas de cerca de 100 livros e revistas sobre fantasia e ficção cientifica, desde 1990. Ela e seu marido fizeram também diversas pinturas para campanhas de divulgação de empresas como Nike Coca-Cola e Toyota." [Wikipédia]











O Surrealismo de Jim Warren



"Jim Warren é um dos artistas mais versáteis e bem sucedidos que vivem hoje. Tradicional no sentido de que ele usa óleos sobre tela, mas nada de convencional, Jim cria o que ele sente - nunca conformes. As criações caprichosamente surreais e incrivelmente únicas que pinta têm inspirado artistas de todo o mundo."

Site Oficial do Artista: Jim Warren







                       



sexta-feira, 7 de março de 2014

Mafalda-Quino




"Mafalda é uma tira escrita e desenhada pelo cartunista argentino Quino. Foi muitas vezes comparada ao personagem Charlie Brown, de Charles Schulz, principalmente por Umberto Eco em 1968. A personagem, cujo nome foi inspirado pela novela Dar la cara, de David Viñas, e alguns outros, foi criada em 1962 para um cartoon de propaganda que deveria ser publicado no diário Clarín. No entanto, Clarín rompeu o contrato e a campanha foi cancelada.





 Mafalda somente se tornou um cartoon de verdade sob a sugestão de Julián Delgado, na época o editor-chefe do hebdomadário Primera Plana e amigo de Quino. Foi publicado no jornal de 29 de Setembro de 1964, apresentando somente as personagens de Mafalda e seus pais, e acrescentando Filipe em Janeiro de 1965. Uma disputa legal surgiu em Março de 1965, e assim a publicação acabou em 9 de Março de 1965.







 Uma semana mais tarde, dia 15 de Março de 1965, Mafalda começou a aparecer diariamente no Mundo de Buenos Aires, permitindo ao autor cobrir eventos correntes mais detalhadamente. As personagens Manolito e Susanita foram criadas nas semanas seguintes, e a mamãe de Mafalda estava grávida quando o jornal faliu em 22 de Dezembro de 1967.


A publicação recomeçou seis meses mais tarde, em 2 de Junho de 1968, no hebdomadário Siete Días Illustrados. Como os quadrinhos tinham que ser entregues duas semanas antes da publicação, Quino era incapaz de comentar as notícias mais recentes. Ele decidiu acabar com a publicação das histórias em 25 de Junho de 1973.



 Desde então, Quino ainda desenhou Mafalda algumas poucas vezes, principalmente para promover campanhas sobre os Direitos Humanos. Por exemplo, em 1976 ele fez um pôster para a UNICEF ilustrando a Declaração Universal dos Direitos da Criança."

Mais Sobre o Cartunista: Quino

Site Oficial