sábado, 12 de março de 2016

Skottie Young

"Skottie Young (nascido 03 de abril de 1978) é um artista de quadrinhos americano, ilustrador de livros infantis e escritor. Ele é mais conhecido por seu trabalho com vários personagens da Marvel Comics, seus quadrinhos adaptações dos livros de Oz de L. Frank Baum com Eric Shanower e uma série de romances com Neil Gaiman." [Wikipédia]

Site: http://skottieyoung.com












sábado, 13 de fevereiro de 2016

A Deformação do Cine-Vamp


Sinceramente, é de se estranhar... antigamente assistíamos vampiros malignos, solitários, com sede incontrolável por sangue. Sua condição era sofrível e tinha uma certa poesia refletida na escuridão oposta à luz, representada pelo sol (embora nem sempre tenha sido assim).  Considero a grande base de um personagem vampiro a maldade, a solidão e a sede incontrolável por sangue. Agora, diante da distorção de um monstro de natureza maligna, temos príncipes darks, “modelos” e com valores morais. A criação dos vampiros cruéis, assassinos, traíras, frios, atormentados pelo seu modo de vida...se perdeu com o tempo?

Talvez o exemplo mais famoso nessa área, que é a união de tudo isso: Crepúsculo. Começamos com a imagem de que todo personagem vamp é romântico e galã, depois, já que a lenda se tornou moda e adolescente demais, o filme é mostrado em um ambiente totalmente juvenil, onde o instinto mau do personagem é esquecido por completo, mais ou menos como uma série da Disney Chanell, e não pára por aí (infelizmente), o tal vampiro que nem ao menos mostra as presas, brilha no sol e faz o tipo "não me toque" para a garotinha nova da cidade e do colégio, e se alimenta de sangue animal.

                  Cena de "O que Fazemos nas Sombras", que faz uma paródia com a modernização vamp

 Mudanças são sempre bem vindas, acrescentam muito aos personagens lendários, principalmente quando uma característica diferente vem para refletir sobre dogmas religiosos e padrões comportamentais de épocas atrás. Porém, quando as coisas se transformam em estereótipos, tudo desanda e se perde a "essência”. Embora os vampiros seja algo do imaginário humano, a criatividade dos autores e roteiristas deve saber colocar limites e não transformá-los para algo que eles possam manipular e o dinheiro aparecer mais fácil.

*Texto (editado) criado e postado no dia 11 de Novembro de 2011, no antigo blog Alcateia Virtual com o título “O que está havendo com os vamps?”.


Quatro Filmes que Muitos Odeiam...Menos Eu

Geralmente, temos aquela lista de filmes ou diretores que gostamos e que o público ou a crítica especializada detesta (ou vice-versa). Além dos ''papagaios de críticos'' estarem à solta, sempre achei, independente dos que os profissionais ou as famosas premiações ditam, que opinião, assim como a experiência que o telespectador tem com cada filme, é algo muito pessoal (tirando aqueles que são facilmente influenciados). Segue abaixo alguns títulos que muita gente não gosta eu não considero excelentes, mas acho bons/legais:

    
Título no Brasil: Amaldiçoados (2005)

Título Original: Cursed

Gênero: Suspense, terror e comédia

Roteiro: Kevin Williamson

Direção: Wes Craven

Sinopse: "Dois irmãos que, numa noite de lua cheia, sofrem um estranho acidente quando uma garota morre destroçada por um enorme animal que mais parece um lobo. Ellie (Christina Ricci) e Jimmy (Jesse Eisenberg) nem desconfiam que foram amaldiçoados pela besta. A partir daí eles carregarão uma maldição que os transformará em feras assassinas prontas para atacar onde houver sangue fresco."




 Apesar de gostar da lenda dos lobisomens, o cine-lupino na maioria dos casos se mostra repetitivo. Em Amaldiçoados, embora alguns  fãs de horror e gore possam discordar, foi uma das criações em que a dupla Wes Craven e o roteirista Kevin Williamson colocaram algumas diferenças: lembrou dos sentidos aguçados e força sem tirar o lado maldito, a criatura é racional (não ataca sem mais nem menos) e a prata apenas machuca.

O diretor optou em não mostrar violência gratuita, porém, há uma versão sem cortes onde se encontra todo o banho de sangue que faz a alegria dos apreciadores de gore. O monstro ainda consegue ser bem feito dentro das limitações (dificuldades) da produção, assim como a passagem da imagem humana para a lupina. Encontramos várias referências às criaturas clássicas como o Wolfman antigo (junto com a famosa bengala na forma de lobo), o caixão do Drácula, o laboratório do Frankenstein, etc. Mesmo tendo algumas cenas exageradas e que são associadas ao primeiro Pânico/Scream de 1996, é importante ressaltar que se trata de um "terrir"! O diretor e roteirista "brincam" com os clichês e traz cenas cômicas que diverte, sem tirar o suspense. O filme até conseguiu conquistar a atenção de alguns que nem ao menos gostam do cinema-lobisomem.

Curiosidades:  

- O filme foi adiado por mais de um ano devido a problemas de produção e roteiro. Vários membros do elenco teve de ser substituído devido a conflitos com outros filmes.

-Quando a produção foi paralisada, muitos membros do elenco foram cortados, incluindo Skeet Ulrich, Mandy Moore, Omar Epps, Illeana Douglas, Heather Langenkamp, Scott Foley, Robert Forster e Corey Feldman. Alguns destes atores ainda filmaram cenas que foram eliminadas pelo diretor Wes Craven.

-O set utilizado para o colégio de Jimmy é Torrance High School, o mesmo utilizado para Sunnydale High em Buffy-the Vampire Slayer e West Beverly High em Beverly Hills, 90210 e seu spin off 90210. A filmagem também aconteceu no colégio Verdugo Hills, em Los Angeles.




Título no Brasil: A Hora do Espanto (2011)

Título Original: Fright Night

Gênero: Terror e comédia

Roteiro: Tom Holland e Marti Noxon

Direção: Craig Gillespie

Sinopse: "Charley Brewster (Anton Yelchin) tem uma boa vida. Ele convive com os garotos populares e namora a garota mais bonita da escola (Imogen Poots). Mas o inferno em sua vida começa quando o Jerry Dandrige (Collin Farrell) se muda para a casa ao lado da sua. Charley acha que há algo de errado com o novo vizinho, apesar de ninguém - incluindo sua mãe (Tonni Collette) - perceber."




Essa é a primeira parte do post em que os saudosistas vão se contorcer de raiva, subir pelas paredes e girar a cabeça como se estivesse em O Exorcista. Sabe aquele filme antigo que é legal e até considerado clássico, mas você acaba achando um pouco exagerado, que dava para melhorar ou retirar algumas características? Pois é, foi assim que me senti quando assisti algum tempo atrás A Hora do Espanto de 1985, muito antes de sequer pensarem em refilmar (creio eu). É divertido para um terror vamp teen, mas achei que carrega uma caricatura, talvez típica dos anos 80.

 Na versão moderna, Peter Vicent de David Tennant não é mais o "salsicha de Scooby Doo" de Roddy McDowall. Apesar de ser também uma fraude ao seu estilo, ele tem mais conhecimento no ramo místico que o antigo, que se resumi a personagens de terror. Mas ao se mostrar assustado, não fica tão engraçado como o original, que passava naturalidade. Há cenas mais tensas, incluindo a perseguição de carro, e muita coisa foi alterada... caso contrário, não seria um remake. Os vampiros não se transformam em "morcegos mutantes" como o antigo, e o "real" rosto do vilão não chega a ser um exagero bizarro, mas também é tão assustador quanto. Ed, o amigo punk idiotizado que tem aquela voz e gritos irritantes, é substituído para um nerd, o já famoso Christopher Mintz-Plasse. Outro ponto positivo é que não há também tanto romance adolescente como no primeiro. Claro que não é comparável ao original em relação à repercussão, naquela época o tema e o gênero não estavam tão desgastados como atualmente, mas a refilmagem buscou um equilíbrio com as mudanças sem se transformar em um Crepúsculo. Infelizmente também resolveram refilmar a continuação: A Hora do Espanto 2 de 1988 (onde considero melhor que o original de 85 e essa versão moderna), aí sim, acabaram destruindo o clima divertido e como se não bastasse, excluíram os outros personagens lendários que faziam toda a diferença.

Curiosidades:

-A mãe de Charley Brewster, Judy, tem uma maior e mais importante participação na história enquanto que na primeira versão (interpretada por Dorothy Fielding) tinha uma presença apenas discreta.

-Na nova versão, Peter Vincent tem uma namorada (interpretada por Sandra Vergara), enquanto que na versão original é um homem solitário.

- Teve recepção geralmente favorável por parte da crítica especializada. Em base de 30 avaliações profissionais, alcançou uma pontuação de 64% no Metacritic .

-Recebeu indicações no Fangoria Chainsaw Awards e IGN Awards  na categoria "melhor filme de terror".





Título no Brasil: A Morte do Demônio (2013)

Título Original: Evil Dead

Gênero: Terror

Roteiro: Fede Alvarez, Sam Raimi e Rodo Sayagues

Direção: Fede Alvarez

Sinopse: "Mia (Jane Levy), uma jovem que luta para ficar sóbria, viaja com um grupo de amigos e seu irmão para uma cabana num lugar remoto para a desintoxicação, onde eles descobrem um livro da morte que os levam ao terror."




 Mais uma de Hollywood que fizeram os saudosistas virarem do avesso de tanta raiva! Além de detestar terror-gore, confesso que fiquei curioso para saber o que iriam fazer de diferente na refilmagem do clássico cult de 1981. De toda a trilogia antiga, eu só gosto mesmo de Army of Darkness, por ter um clima de aventura medieval, misturando um pouco de comédia e terror sem apelar na violência. O remake, além de contar com o Raimi no roteiro, o mesmo também trabalhou na produção.

Pra um filme de terror-gore comparado com o antigo e (vários outros por aí), saiu algo "original" diante da proposta e se distanciado um pouco do clichê, típico do gênero dos anos 70-80, onde um grupo de garoto(a)s vão para uma casa/cabana longe da cidade com a intenção de diversão e sexo. Embora a base seja respeitada (até porque é uma refilmagem) , a desintoxicação das drogas faz os personagens acharem que estão lidando com ilusões de uma dependente, para mais adiante descobrirem que o horror é real. Não existe um Ash, na verdade, umas das grandes jogadas é que de início, aparenta ser ser um filme sem protagonistas (tirando a sinopse, você não consegue identificar tão facilmente), algo raro no estilo terror-adolescentes, onde geralmente, logo no começo já deixa claro quem vai ser "o herói" e o resto acaba morrendo. Algumas cenas que fazem parte do versão antiga estão lá, várias outras foram introduzidas e até melhoradas. A introdução também foi bem pensada.

Curiosidades:

- Antes da versão antiga de Evil Dead virar longa-metragem, era um curta chamado Within the Woods, de 1978

-Recebeu a classificação "NC-17" nos EUA por ser demasiado violento, os produtores foram obrigados a cortarem cenas violentas do filme para ser classificado como "R".

-O filme foi concebido como um remake, mas na realidade também pode ser considerado uma sequela do filme original.

-Em Portugal, utilizaram as secções dos obituários nos jornais para promoverem o filme. Foi lançado com a classificação de "Maiores de 18 anos", mas mesmo assim conseguiu obter cerca de 14,000 espectadores, algo raro num filme classificado para M/18 anos.

-Na cena após créditos finais pode-se observar Ash, o protagonista dos filmes originais.

-O filme possui um final alternativo, em que Mia, após mandar o demônio de volta para o inferno, sai andando na estrada, mas desmaia por perda de sangue. Assim, um casal vindo em um caminhão param ao lado dela e a socorrem. Mia, deitada no banco de trás, abre seus olhos e os créditos sobem.
    



Título no Brasil: Homem de Ferro 3

Título Original: Iron Man 3

Gênero: Ficção, aventura e ação

Roteiro: Shane Black e Drew Pearce

Direção: Shane Black

Sinopse: "Quando Tony Stark (Robert Downey Jr.) tem sua vida pessoal destruída, embarca em uma angustiante busca para encontrar os responsáveis. Sem saída, Stark é deixado para sobreviver por conta própria, confiando em seus instintos para proteger aqueles mais próximos a ele."

 


Quadrinhos e cinema são artes diferentes, à vezes não possui a mesma parcela de público e necessita de mudanças para o roteiro, pois nem tudo que fica bom nas páginas dos heróis coloridos, ficará bom na tela grande. OK...algumas características poderiam ficar boas, mas se tratando da indústria de filmes comerciais/blockbusters, a tendência é modificar e criar algo à parte. Seguir uma fórmula que deu certo. E isso dificilmente vai mudar quando se trata do estilo herói.

 E seguindo as mudanças, além de alguns reclamarem da versão cinematic do Thor, temos outra versão de Tony Stark, que nos gibis, muitos afirmam que tem diferenças, incluindo problemas com a bebida. Mas a Marvel Studios moldou aqui e ali, e após o primeiro e bem sucedido filme, todo mundo sabe o resto. No terceiro, o roteiro explora mais o personagem Tony Stark do que o herói Homem de Ferro, e só isso já faz o filme valer a pena. É como se tivessem dado permissão para entrar no psicológico de Stark e tentarmos compreender todos os seus medos e arrependimentos pela consequência de seu atos impulsivos e até arrogantes. Outra característica interessante, além do protagonista não ficar com a armadura o tempo todo, é do inimigo Mandarim (que foi a grande pegadinha), criando a típica paranoia social americana e por trás, quando o telespectador menos espera, existe algo bem maior, fruto dos erros do passado de um homem inconsequente. E o ditado que Stark tenta explicar no começo:"Nós Criamos Nossos Próprios Demônios", fica claro com o final.

Curiosidades: 

-Foi baseado no arco de histórias "Extremis" escrito por Warren Ellis.

- Homem de Ferro 3 faturou US$ 13,2 milhões em seu dia de abertura no exterior e já na sua terceira semana de exibição o filme ultrapassou a marca de US$ 1 bilhão.

-Tornou-se o filme mais rentável de 2013 e passou a ocupar a quinta posição das maiores bilheterias, ultrapassando filmes como "Transformers: O Lado Oculto da Lua", "O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei", "007 - Operação Skyfall" e "Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge".

-Jon Favreau, que dirigiu os dois primeiros filmes da trilogia Iron Man, ficou agora como produtor executivo, juntamente com Kevin Feige.



sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Mama (2013)




Título Original: Mama

Gênero: Suspense, Horror

Roteiro: Andrés Muschietti, Barbara Muschietti e Neil Cross

Direção: Andrés Muschietti

Sinopse: "Há cinco anos, as irmãs Victoria (Megan Charpentier) e Lilly (Isabelle Nélisse) desapareceram da sua vizinhança sem deixar vestígios. Desde então, seu tio Lucas (Nikolaj Coster-Waldau) e sua namorada Annabel (Jessica Chastain) têm procurado por elas. Mas quando, incrivelmente, as crianças são encontradas vivas em uma decrépita cabana, o casal se pergunta se as meninas são os únicos hóspedes que eles receberam em sua casa."




Pelo trailer, achei ser mais um filme de terror/suspense que Del Toro produziu,onde segue o mesmo ritmo de todos os outros do gênero. Ao assistir, você percebe que não é tão simples como parece. Mama é baseado no curta do diretor Andrés Muschietti , e mesmo deixando "na cara" muita coisa, ainda consegue prender, não pelos efeitos visuais, mas na situação imprevisível das garotas (principalmente a mais nova) e do casal envolvido. Apesar de ser facilmente ligado a um filme de terror, achei que o suspense e o drama das crianças ficam mais evidentes do que as cenas de susto, o que ao meu ver são pontos positivos.

Nota-se também um simbolismo diante da morte, que lembra vagamente uma característica em comum com o fim da animação Noiva Cadáver-Tim Burton. Fui assistir sem nenhuma expectativa, mas o filme acabou me dando surpresas no desenrolar da história. Na explicação do que seria um fantasma, é possível também recordar de A Espinha do Diabo, dirigido por Guillermo Del Toro.

Avaliação:
Péssimo
Ruim
Regular
Bom
Ótimo

sábado, 30 de janeiro de 2016

O Universo dos Patos-Carl Barks

 
Algumas pinturas feitas nos anos 70 por Carl Barks. Apesar de ser personagens cartoons da Disney, as pinturas são tão bonitas, que ao "caçar" as imagens na internet, tive dificuldade em escolher para postar no blog. Algumas até, curiosamente, apresentam um nu artístico, mas sem ter ligação com os famosos patos. 














sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Madagascar 3: Os Procurados (2012)


Título Original: Madagascar 3: Europe's Most Wanted

Gênero: Animação, aventura e comédia

Roteiro: Eric Darnell e Noah Baumbach

Direção: Eric Darnell, Tom McGrath e Conrad Vernon

Sinopse: "Alex (Ben Stiller), Marty (Chris Rock), Gloria (Jada Pinkett Smith) e Melman (David Schwimmer) estão decididos a voltar para o Zoológico do Central Park, em Nova York. Ao deixarem a África, os animais são descobertos pela obstinada agente de controle de animais Francesa, Capitã Chantel DuBois (Frances McDormand), que está entusiasmada pela ideia de caçar seu primeiro leão. O grupo encontra o esconderijo ideal em um circo itinerante, onde bolam um plano para erguer o circo, descobrir alguns novos talentos e voltar pra Nova York a salvos." 



A DreamWorks Animation quando apresentou Madagascar, lodo de cara, ficou claro que se tratava de uma animação-comédia, como tantas outras do estilo. A sátira sobre o comportamento mais humano que selvagem dos animais, conseguiu agradar o público e fazer sucesso. Logo, como de costume, veio Madagascar: Fuga da África, com uma história mais trabalhada, onde o leão Alex tem oportunidade de conhecer sua família e entender seu passado, assim como  Marty, Melman e Glória se deparam com outros de sua própria espécie. Resolveram dar um final a saga em Madagascar 3: Os Procurados.

Embora seja uma continuação que teve aprovação de muitos, tanto infanto-juvenil como adulto, infelizmente ainda é possível encontrar algumas falhas: não aparece Alex tendo nenhum contato com seus pais, é como se nunca os tivesse encontrado. Também não deixa claro como eles conseguem fugir (de uma maneira convincente) da África e parar na Europa, parece ter acontecido tudo por “mágica”. Por outro lado,  temos dessa vez um enredo cheio de efeitos coloridos dando estilo, além de fugas com uma ação exagerada, que diante do contexto cômico é relevável. Muita dessas cenas se apresenta o humor, com boas contribuições do rei Julian, que encontra um amor, mostrado no trailer. Mas duas cenas merecem destaque: a apresentação do circo cheio de cores e a da vilã cantando Edith Piaf - Non, Je Ne Regrette Rien. E dessa vez, é a única continuação onde aparece The End, junto com o hit onde uni ''Afro Circo'' e ''Eu me Remexo Muito-I Like to Move It''. Convenhamos, se explorassem além da conta iria acabar ficando saturado. Assim como os anteriores, este último consegue cumprir também com o papel: divertir o público de idades diferentes e passar uma mensagem positiva, introduzindo algo a mais para não cair na mesmice. A dublagem da Glória continua com Heloísa Périssé  e Marcos Frota empresta sua voz ao Estéfano, que faz parte do circo em que os protagonistas tentam reerguer.

Avaliação:
Péssimo
Ruim
Regular
Bom
Ótimo

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Charles Schulz-Peanuts (Snoopy e Charlie Brown)


Charles Monroe Schulz nasceu na cidade americana de Minneapolis, estado de Minnesota, e cresceu em Saint Paul. Criador da tirinha Peanuts, que tem como personagens Charlie Brown, seu beagle Snoopy e seus amigos. Depois da morte de sua mãe em fevereiro de 1943, foi convocado pelo exército, participando da Segunda Guerra Mundial, mandado em 18 de fevereiro de 1945 para lutar na França. Participou da libertação do campo de concentração de Dachau. Seu primeiro trabalho profissional como quadrinista foi com Li'l Folks, publicado pelo "St. Paul Pioneer Press", de 1947 a 1950. "Peanuts" se tornou a tira de jornal mais conhecida de todo o mundo.

Nela, nenhuma personagem adulta aparece, mas a profundidade filosófica de suas crianças, da maneira leve contada por Schulz, caiu rapidamente no gosto do público. Tinha fundo autobiográfico, sendo baseada no próprio Schulz, em sua família e amigos. Foi também fonte de inspiração para incontáveis quadrinista, podendo-se citar o argentino Quino e sua "Mafalda", Bill Watterson com "Calvin" e, é claro, Mauricio de Sousa, com "A Turma da Mônica". Schultz desenhou "Peanuts" por aproximadamente 50 anos ininterruptamente, até 1999, com sua aposentadoria, um ano antes de sua morte. Por decisão de Schulz e sua família, as histórias de Snoopy não seriam mais produzidas por outro artista a partir de então. Apesar disso, adaptações de tiras antigas para a TV, republicações das histórias, e os infinitos produtos inspirados nas personagens de Schulz até hoje continuam famosos mundo afora. Morreu no ano 2000.

Fonte: Legião dos heróis: As 25 Maiores Lendas das Histórias em Quadrinhos

Personagens Principais e Secundários